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5. Braincast Classics: Marketing Político

3 ago

O Braistorm9 sempre arrebenta nos seus posts. Para colaborar com os 10 posts das série Marketing Governamental, segue o post desse semana deles publicado apenas um pedaço aqui e o restante no Brain9. Merigo, parabéns novamente.

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Resgatando um dos Braincasts mais emblemáticos desde 2006 – incluindo áudio e vídeo – republicamos no YouTube e aqui no site o papo sobre marketing político, com a participação de Marcelo Tas e Soninha Francine.

O videocast, dividido em duas partes, foi gravado em 2008, logo após o primeiro turno das eleições pra vereador e prefeito daquele ano. Vale rever – ou ver pela primeira vez – tanto pelo proximidade das campanhas presidenciais, como para observar o que mudou de lá pra cá.

Brad Kay e as Forças Sociais

12 mar

FONTE: Pitaco

No Pitaco na CBN de hoje, voltamos à palestra de Brad Kay (veja aqui) sobre as chamadas “social forces”, que causam forte impacto no comportamento e nas opiniões das pessoas.

Pitaco na CBN #31 [1:07m]: Hide Player | Play in Popup | Download

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Brad Kay lista, em seus estudos, 16 tipos de forças sociais.  As 10 principais estão listadas abaixo:

  • Reconsideração
  • Democratização
  • Civilidade
  • Rebelião
  • Gratificação seletiva
  • Descoberta
  • Esperança
  • Controle
  • Rejeição
  • Fragilidade

Se você deseja conhecer um pouco mais sobre elas, veja esta apresentação de Brad Kay aqui.

#GP09: Brad Kay

01 // dez. .

gp09_pitaco

Ontem aconteceu um São Paulo a Conferência do GP, evento sobre planejamento que reuniu palestrantes nacionais e internacionais. Em um dia bastante agradável, o evento correu de forma excelente e sem nenhum problema. Nós aqui do Pitaco prometemos os posts detalhando cada palestra e vamos cumprir. A única diferença é que inverteremos a ordem das postagens, começando pela última palestra do dia, ministrada por Brad Kay, publicitário americano e presidente da agência SS+K.

Brad discorreu sobre o seguinte tema: como “forças invisíveis” determinam o comportamento humano. Segundo ele, essas forças são as chamadas Forças Sociais, movimentos que acontecem na sociedade e moldam a forma de pensar e agir de todos nós. Elas são divididas em alguns segmentos:

  • Culturais
  • Intelectuais
  • Éticas
  • Políticas

Estas forças estão criando um coletivismo. As pessoas pensam que estão fazendo escolhas individuais e montando seu próprio estilo, mas na verdade elas seguem um movimento, o movimento de uma força social.

Percebeu qua até agora não nomeamos essas forças? Pois Brad disse que elas podem ser identificadas e explicadas. Em pesquisa nos EUA, a SS+K identificou cerca de 16 dessas forças. Para a palestra, ele seleciounou 5:

  • Reconsideration
  • Democratization
  • Civility
  • Rebellion
  • Selective Gratification

Todas as 5 forças tiveram seus respectivos exemplos demonstrados, porém a que mais chamou atenção foi “civility”. Confira agora alguns exemplos

  1. Joe Wilson, político norte-americano, interrompeu um discurso do presidente Barack Obama no congressou e o acusou de ser mentiroso. O ato de desrespeito imediatamente repercutiu pelo mundo, gerando inclusive um pedido formal de desculpas logo após o incidente.
  2. A prefeitura de Paris, em um tentativa de diminuir a emissão de poluentes e os problemas com transito na cidade, colocou nas ruas bicicletas públicas que podem ser alugadas por apenas 1 euro. O que aconteceu? Em pouco tempo, 80% dessas bicicletas haviam sido depredadas.
  3. A tenista Serena Williams brigou com a juíza durante um torneio e terminou por receber a maior multa já aplicada na história do esporte: mais de 82 mil dólares.
  4. Para usar um exemplo brasileiro, Brad o encontrou facilmente: o caso Geisy da Uniban. Este já repercutiu até mesmo em jornais internacionais e não necessita de explicações.

Agora, enquanto falamos de “civilidade”, porque todas estas notícias acima aconteceram? Porque as pessoas estão acomodadas em suas tribos, protegidas por seus semelhantes e acabam reagindo de forma exagerada. Este é um exemplo do que Brad chama de Força Social.

E qual a diferença entre Força Social e Trends? Para Brad, trends são consequências das forças sociais. Exemplo:

Força Social: Necessidade das pessoas de socializar ainda mais.

Trend: Microblogs (Twitter)

Entendeu?

Para encerrar a palestras, ele nos deixou algumas dicas sobre como proceder diante de tal comportamento:

  1. Identifique a força.
  2. Conecte essa força à sua marca (quando a força identificada for boa, claro).
  3. Use canais incomuns para ampliar sua mensagem. Espalhe o quanto puder
  4. Transforme essa Força Social em resultados
  5. Aprenda, revise e repita. Experimente sempre

No fim, uma frase: Knock hard. Life is deaf.

http://www.pitaco.com.br/2009/12/01/gp09-brad-kay/

Recordes, regras e pseudo-ordem.

6 mar

Uma marca pode ser tudo. Só é preciso se organizar para ser o que a marca quer ser.

Somos uma sociedade sem padrões. Com normas, mas com total esquecimento delas. A sociedade do culto ao belo que bate recordes de obesidade. A sociedade do culto ao politicamente correto que bate recordes de corrupção. A sociedade do sustentável que aumenta cada vez mais a destrutiva e insustentável cadeia produtiva.

Os padrões vão e vêm como uma capa de revista ou um novo acessório de moda. Família, Igreja, Estado, Indivíduo, sozinho, em grupo, que vira Estado, Igreja e quer uma família. Não mais andamos conforme este mundo, mas o mundo que criamos dentro de nossos mundos, grandes ou pequenos. Globais, locais, multi ou pluriculturais. A democracia continua sendo a mais cega ditadura daqueles que ditam as regras as aquais não conhecem ou respeita.Faça o que digo, mas não comigo. Meu, seu. Novo? Realmente existe o novo?

As verdades. As verdade? Quais são? Quais? No plural mesmo?

Em baixo do sol tudo é vaidade. E a vaidade é como correr atrás do vento disse o sábio Salomão. Consumir o que? Por que? Para que? São as nossas perguntas. Perguntas que fazemos todos os dias para entender onde estão as marcas de nossos clientes e para onde elas vão.

A vida é curta. E gostoso deve ser estar nela. Para os belos, corruptos, corretos, incertos ou orgulhosos. De família deste mundo humano e orgulhoso.

Faço aquilo que me orgulho em ver o resultado, e não no lucro que me sobra. Afinal podemos ser tudo. Basta apenas se organizar para sermos o que queremos ser.

Tiago Stachon

Biblioteca Digital Mundial da UNESCO.

16 fev

Mapa Brasil 1860

UM BELO PRESENTE DA  UNESCO PARA A  HUMANIDADE INTEIRA

Já está disponível na Internet, através do site www.wdl.org

Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos  os tempos e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de  todas as bibliotecas do planeta.

Tem, sobre tudo, carácter patrimonial” , antecipou ontem em LA NACION, Abdelaziz Abid, coordenador do projeto impulsionado pela UNESCO e outras 32 instituições.
A BDM não oferecerá documentos correntes , a não ser “com valor de  património, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do  mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês, russo,  espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de 50  idiomas”.

Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos,  graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da América,  desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em 1562″, > explicou Abid.

Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em  japonês publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto  impresso da história; um relato dos azetecas que constitui a primeira  menção do MeninoJesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e  esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos latino-americanas da  Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia Fácil de navegar.

Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve explicação do seu conteúdo e seu significado. . Os documentos foram scaneados e incorporados no seu idioma original, mas as explicações aparecem em sete línguas, entre elas O PORTUGUÊS. A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias e ilustrações.

Como se acessa ao sítio global?

Embora seja apresentado oficialmente hoje na sede da UNESCO em Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na Internet. O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela Web , sem necessidade de se registarem.
Quando a gente faz clique sobre o endereço www.wdl.org , tem a sensação de tocar com as mãos a história universal do conhecimento. Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas, zonas > geográficas,
tipo de documento e instituição. O sistema propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês, francês, russo,espanhol e português).
Os documentos, por sua parte, foram scaneados na sua língua original. Desse modo, é  possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus  traduzido em  aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov,
em 1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas de um livro, aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A definição das imagens permite uma leitura cómoda e minuciosa.

Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo; o original das “Fábulas” de Lafontaine, o primeiro livro publicado nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A .C..
Duas regiões do mundo estão particularmente bem  representadas: América Latina e Médio Oriente. Isso deve-se à activa participação da Biblioteca Nacional do Brasil, a biblioteca Alexandrina do Egipto e a Universidade Rei Abdulá da Arábia Saudita.
A estrutura da BDM foi decalcada do projecto de digitalização da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e actualmente contém 11 milhões de documentos em linha. Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a investigadores, professores e alunos. Mas a importância que reveste esse site vai muito além da incitação ao estudo das novas gerações que vivem num mundo áudio-visual. Este projecto tampouco é um simples compêndio de história em linha: é a possibilidade de aceder, intimamente e sem limite de tempo, ao exemplar sem preço, inabordável, único, que cada um alguma vez sonhou conhecer.

Para refletir e me ajudar a responder.

11 nov

A Price (Price White House) divulgou um relatório no festival de Cannes desse ano que confirmou mais uma vez aquelas velhas profecias que a Internet será o futuro da comunicação. Isso mesmo, mais um daqueles relatórios que nos deixam com a sensação que a Internet vai engolir o planeta.

Em total controvérsia o diretor mundial de marketing da Unilever, Simon Clift, no mesmo festival de Cannes, divulgou que em 2012, daqui dois anos do calendário romano (20 anos no da Internet), a Unilever aumentará de 4% para 12% seus investimentos digitais.

Pense comigo: Simon é um profissional que administra uma verba mundial de três bilhões de dólares, maior que o PIB de muito país por aí. E aí vem a pergunta: Por que daqui a 20 anos “Internáuticos” (2 anos na Terra), a verba digital da Unilever aumentará somente para 12%? Por que ela não vai para 80% ou 50%? Quareeeeenta que fosse? Mas não, serão apenas 12%. Os outros 82% colocamos no que funciona.

Qual o valor, utilização, pertinências da conversão dos meios? Me ajude a responder e pensar sobre isso.

Segue abaixo um bom exemplo.

Stachon

Cliente pobre que triplicou os resultados.

6 nov

Náo precisa falar nada. Idéia=resultado.

O que um planner faz, na prática?

11 jul

Para responder a essa pergunta, o Leon Phang, planner da Jung Von Matt da Suécia, descreveu todo o processo geralmente realizado por ele. Como recebo inúmeros e-mails querendo saber o que faz um planner, é um texto que vai esclarecer muita coisa. É importante lembrar que cada agência tem um estilo diferente – o que faz o trabalho variar um pouco. O objetivo, porém, é sempre o mesmo. Vale a leitura.

1. Eu pego o brief do cliente, que tem os objetivos gerais de marketing, a mensagem, orçamento, etc.

2. O processo de planejamento começa aqui. O objetivo é formular o Brief Criativo. Não há maneiras formais para isso, já que a complexidade do problema varia. Usualmente, ao mergulhar no problema, é possível “triangular” ou apontar onde está o problema real.

Um bom ponto inicial é estruturar todos os assuntos conhecidos em desafios de marketing, desafios de marca, desafios de distribuição e vendas e desafios de comunicação. Nessa parte do processo de planejamento o objetivo é adquirir mais conhecimento para chegar realmente na raiz do problema e encontrar insights para resolvê-lo. É aí que a pesquisa usual entra – ex: pesquisa de marketing, estudos de campo, estudos secundários na internet, grupos de foco, estudos etnográficos e também estudos acadêmicos, como psicologia, economia, etc.

Na minha opinião, é difícil encontrar informações revolucionárias com esse tipo de pesquisa. Então, é sempre bom ter a própria intuição ou idéia sobre o que olhar e para uma visão do que você quer alcançar em uma perspectiva de marketing (se imagine como um diretor de marketing, empreendedor ou inventor). Encontrar insights é apenas uma parte do processo de planejamento, se você quiser ser um bom planner.

O próximo passo é formular um “conceito de marca” ou uma “ideia de marca” – basicamente uma palavra ou frase que resume a oportunidade que a campanha deve endereçar. Para fazer isso, há, além do insight do consumidor, dois componentes adicionais: o posicionamento da marca e a estratégia de atitude da marca. Quando o assunto é branding, há toneladas de literatura, portanto, não vou aprofundar nisso. O objetivo aqui é decidir como o papel da marca deve ser modificado para alinhar com os objetivos acima.

Por último, devemos lidar com as tendências, já que a maioria das grandes marcas geralmente as alavanca e também pelo fato das tendências potencializarem a relevância de qualquer campanha. O objetivo aqui é encontrar oportunidades/espaços em branco a partir de um panorama do mercado, da sociedade, da cultura pop, ou de qualquer outro ponto relevante ao consumidor.

3. Depois de muita informação e alguma confusão, é hora de compactar tudo em um Brief Criativo. Sou muito pragmático em relação aos formatos de brief. Basicamente, ele consiste em passar a mensagem aos criativos. Minha experiência aqui indica que quanto mais inexperiente o criativo, mais longo e mais explícito deve ser o brief. A razão: as perguntas respondidas no brief deverão ser respondidas, de algum modo, no processo criativo. Então, para se proteger de muito trabalho, comece com briefs longos até saber como a equipe de criação trabalha. Como já disse antes, não existe fórmula mágica para o Brief Criativo.

Na nossa agência, que foca, pesadamente, em gerar toneladas de ideias, nós também temos uma seção no Brief Criativo chamada “Iniciadores Criativos”. É aí que algumas ideias iniciais são listadas, para serem rejeitadas ou aceitas.
Também temos um ponto chamado “Planning Primers”, que é uma ferramenta para inspirar. Um Powerpoint simples como tendências, inovações, notícias e fatos que tem a ver como o projeto, em uma perspectiva mais ampla.

4. Quando os criativos pegam o brief, o processo de geração da ideia criativa começa e meu papel como planner passa a ser mais de apoiador/inspirador. Esse papel depende muito da competência pessoal e da estrutura da agência. As grandes agências tem, geralmente, dois tipos de planejadores: o estratégico e o criativo. Em agências menores como a minha, eu faço ambos. Estou sempre envolvido com o trabalho da criação.

Simultaneamente, no processo de geração de ideias, eu também deixo um olho na estratégia formulada e tenho certeza de que os criativos sigam o brief. É um passo muito importante, pois sair do brief pode tornar as coisas difíceis nos estágios mais avançados. Uma outra vantagem de estar envolvido no processo criativo é ter o feedback da estratégia. As ideias de execução são a única coisa que importa, por ser o único output. O poder da ideia se sobrepõe ao poder da estratégia. É possível, mais adiante, revisar ou modificar a estratégia se a ideia criativa for boa o suficiente. O importante aqui é o diálogo entre os membros da equipe. Portanto, uma ótima ideia para os planners é se aproximarem ao máximo do pessoal da criação, ao invés de ficar do lado do atendimento – mas é apenas a minha opinião. Cada agência tem seu jeito de trabalhar.

5. O resultado do processo acima deve ser: 1 – estratégia de comunicação, e 2 – ideias de execução, em um só pacote.

F/Nazca e Datafolha realizam pesquisa sobre Internet

2 dez

Julho 31, 2007, 10:00 am
Arquivado em: Internet

Em uma pesquisa inédita, realizada pelo Datafolha e encomendada pela agência de propaganda F/Nazca Saatchi & Saatchi, verificou-se que o acesso dos brasileiros à Internet é muito maior do que detectado em pesquisas anteriores sobre o mesmo assunto. 39% dos brasileiros disseram que costumam acessar a Internet seja em casa, no trabalho, na casa de parentes ou amigos, ou em outros locais (instituições de ensino, lan house, etc). Essa porcentagem representa 49 milhões de brasileiros acima de 16 anos. Atualmente, de acordo com o IBGE, são 127 milhões de brasileiros nessa faixa etária.

Os mais jovens (16 a 24 anos) com 65%, a classe AB com 69% e pessoas com ensino superior com 86% são os que têm mais acesso. Entre as regiões, a diferença é pequena, com o Sudeste pouco à frente, com 44 %. Empatados em segundo lugar, Norte e Centro-Oeste com 37 %; em terceiro, também empatados, Sul e Nordeste com 34%.

A pesquisa revelou também que o principal local de acesso dos brasileiros é em locais públicos como Lan houses, escolas, bibliotecas, instituições de ensino, etc., com 22% de participação. Já o acesso residencial aparece com 19% , seguido da opção casa de parentes ou de amigos, com 16% e, por último, o local de trabalho trabalho, com 13%.

Questionados sobre o hábito de inserir conteúdo na Internet, 42% declaram já ter inserido seja um texto, uma foto, uma música ou um filme. Na comparação entre as regiões do país, o destaque fica com o Nordeste, que lidera a iniciativa de colaboração com 48%. As demais regiões estão representadas assim: Norte e Centro-Oeste, 41%; Sul e Sudeste, 40% .

Entre os tipos de conteúdos estimulados, a maior parcela – 33% – adiciona conteúdo com o objetivo de relacionar-se com outras pessoas e com amigos. Já a ação de divulgar um trabalho (ou um trabalho cultural feito e ilustrar), ou contar um fato, uma notícia na Internet ficam com 7% e 5% de citações, respectivamente. Essa prática é mais expressiva – 41% – no segmento mais jovem, o de 16 a 24 anos.

Fonte: adNews

History of stuff. / A história das coisas.

1 dez

That’s my opinion about the system.

Essa é minha opinião sobre o sistema

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