4. Chega de feeling de marketeiro político.

Os primeiros posts das série Eleições passaram pelo assunto “Internet” porque fico totalmente chocado com a importância que dão para isso quando converso com políticos e marketeiros políticos. Essa semana o Brainstorm9 relembrou o verdadeiro peso da web para as estratégias políticas no post do dia 30 de maio.

Como não vou mais falar de web, sigo atropelando toda a sequência didática de meus posts sobre comunicação, governo e eleições, voltando para o fio da meada e ressalto alguns itens básicos para qualquer esratégia de campanha ou comunicação governamental.

As sequências de passos entre a intenção do indivíduo (de se candidatar) e as milhares de intenções de votos dos eleitores, é complexa.

Mas a cada eleição, em que os profissionais envolvidos se aprimoram, as variantes ocultas desaparecem cada vez mais, e são substituidas por ciências modernas dignas das grandes eleições mundiais, capaz de manobrar um descomunal esforço de persuazão e conquista do eleitor.

Mesmo desconsiderando os períodos eleitorais, esse raciocínio pode ser transferido para as assessorias de comunicação dos governantes, uma vez que suas carreiras são, necessariamente, disputadas a cada quatro anos.

Sendo assim, o recado desse post é um dos conteúdos do livro Emoções Ocultas e Estratégias Eleitorais, de Antônio Lavareda, MESTRE, DOUTOR e na minha opinião MEGA PÓS-DOUTOR na arte de colocar ou manter candidatos no poder:

Campanhas políticas, ou comunicação governamental, são ciências aplicadas que claramente são guardadas pelas áreas de pscicologia, sociologia, antropologia, marketing, comunicação, linguística, pesquisa e a nova vedete da comunicação, a neurociência.

O conhecimento intuitivo, não perde sua importância, mas ganha o seu devido lugar. Lavareda tem na sua bagagem, 76 campanhas eleitorais, entre elas a de FHC de 1994 e 1998, e Lula 2002 e 2006. Na minha opinião, quem mais entende comunicação, eleições e governo nesse Brasil nos dias de hoje. Salve, salve Lavareda.

O conhecimento intuitivo, tão vangloriado (pasme), não é mais suficiente para uma atividade tão moderna e complexa como essa.

Stasabendo? Agora sim. Aguarde os próximos posts da série Eleições, comunicação e governo.

Stachon.

2 responses on “4. Chega de feeling de marketeiro político.

  1. Gostaria de indicar um site inovador nesse assunto:

    http://www.feelingbits.com.br

    O Feeling Bits é um site que monitora notícias e comentários sobre políticos brasileiros na Internet utilizando algoritmos avançados de inteligência artificial. O projeto surgiu de uma ideia de dois amigos: um da PUC-Rio e outro do IME, ambos da área de Tecnologia da Informação.

    Um grande abraço.

    Bruno

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