Recordes, regras e pseudo-ordem.

6 mar

Uma marca pode ser tudo. Só é preciso se organizar para ser o que a marca quer ser.

Somos uma sociedade sem padrões. Com normas, mas com total esquecimento delas. A sociedade do culto ao belo que bate recordes de obesidade. A sociedade do culto ao politicamente correto que bate recordes de corrupção. A sociedade do sustentável que aumenta cada vez mais a destrutiva e insustentável cadeia produtiva.

Os padrões vão e vêm como uma capa de revista ou um novo acessório de moda. Família, Igreja, Estado, Indivíduo, sozinho, em grupo, que vira Estado, Igreja e quer uma família. Não mais andamos conforme este mundo, mas o mundo que criamos dentro de nossos mundos, grandes ou pequenos. Globais, locais, multi ou pluriculturais. A democracia continua sendo a mais cega ditadura daqueles que ditam as regras as aquais não conhecem ou respeita.Faça o que digo, mas não comigo. Meu, seu. Novo? Realmente existe o novo?

As verdades. As verdade? Quais são? Quais? No plural mesmo?

Em baixo do sol tudo é vaidade. E a vaidade é como correr atrás do vento disse o sábio Salomão. Consumir o que? Por que? Para que? São as nossas perguntas. Perguntas que fazemos todos os dias para entender onde estão as marcas de nossos clientes e para onde elas vão.

A vida é curta. E gostoso deve ser estar nela. Para os belos, corruptos, corretos, incertos ou orgulhosos. De família deste mundo humano e orgulhoso.

Faço aquilo que me orgulho em ver o resultado, e não no lucro que me sobra. Afinal podemos ser tudo. Basta apenas se organizar para sermos o que queremos ser.

Tiago Stachon

3 Respostas to “Recordes, regras e pseudo-ordem.”

  1. Thiago Biazetto março 8, 2010 às 9:36 pm #

    Tiago, gostei muito do texto e quero te fazer uma pergunta: Por quanto tempo o novo é novo?
    Abraço.

    • stachon março 8, 2010 às 9:47 pm #

      Fala Thiagão! Olha, na minha opinião filosófica, não existe o novo. Existe somente uma repaginação de acordo com a realidade atual. Mas novo mesmo…não existe. Com relação as inovações (que já não é “novo”) acho que elas duram pouco e influenciam muito. Por isso devemos entender melhor elas para fazer trabalhos bons como a Tif faz. Valeu? Grande abraço. Sta

  2. Thiago Biazetto março 8, 2010 às 9:51 pm #

    Sta, “Então o novo é novo até ser denovo”. Abração.

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