Arquivos | novembro, 2009

Agenda da Conferência do GP SP

30 nov

09h00

Ulisses Zamboni – Presidente, GP / Sócio-Diretor de Planejamento, SantaClaraNitro

09h15

Cesar Vacchiano – Presidente, Grupo Consultores
Graziela di Giorgio – Grupo Consultores
Roberta Rivellino – VP LATAM, Talent Business

10h05

Leonardo Ganem – Presidente, Som Livre

10h35

Coffee Break

10h55

Flávia Da Justa – Diretora de Comunicação, Oi

11h40

Eduardo Tomiya – Diretor Geral, Brand Analytics

12h30

Almoço

14h00

David Laloum – Head de Planejamento, Y&R
Isabelle Perelmuter – VP de Planejamento, Fischer+Fala
Pedro Cruz – VP de Planejamento, África

15h00

Mentor Muniz Neto – Sócio e VP de Criação, Bullet
Gustavo Fortes – Sócio-Fundador, Espalhe
Ken Fujioka – Head de Planejamento, JWT

16h00

Ernesto Bolonha – Fundador, Ethos

16h45

Luiz Paulo Rosenberg – Diretor de Marketing, S.C.Corinthians Paulista

17h30

Brad Kay – Presidente, SS+K

18h10

Considerações finais
Encerramento

Dez tendências da classe C

25 nov

Dez tendências da classe C
por Regiane Bochichi

Ontem, estive em uma apresentação informal da pesquisa do DataPopular  <http://www.datapopular.com.br/home_principal_pt.htm> sobre a baixa renda. Liderada por Renato Meirelles que estuda esse target desde 2001 e ainda tem uma parceria com o DataFolha que já faz mais de 100 mil entrevistas em 180 cidades, foi  possível conhecer quais são as 10 tendências da classe C traçadas por meio de drivers do futuro e pistas comportamentais . E é bom ficar de olhos bem abertos, pois essa turma – que ganha menos de 10 salários mínimos – representa 90% da população brasileira, é responsável por 79% do consumo, atinge 69% do mercado de cartões de créditos, são 86% dos total de internautas no Brasil e movimentam mais de 760 bilhões por ano.  “São milhões de consumidores com bolso de classse média e cabeça de baixa renda”, segundo Meirelles. Ficou interessado? Então, vamos lá:

  1. Consumo de inclusão: todos querem comprar, mas o alvo é a qualidade e não o status. Aqui vale a abundância e não a exclusividade como na classe A
  2. Acesso e qualidade: valoriza o dinheiro. Uma compra é um investimento. Portanto, a margem de erro deve ser pequena. Não dá para testar um produto e depois não gostar e ter que usar até acabar.
  3. Capilaridade, aval e segmentação: o ponto de venda deve ser próximo pois fazem compras a pé e se não tiverem dinheiro sempre pode apelar para o mercadinho que vende fiado.
  4. Redes, dicas e boca a boca: são mais colaborativos e dividem a informação com a família e os vizinhos. Todos dão dicas de descontos, bons produtos, atendimento. E o melhor, uma vez conquistados, se mantêm fiéis.
  5. Tecnologia, família e invstimento: o computador ocupa o lugar na sala que antes era só da TV. Representa uma forma maior de conhecimento, entretenimento e lazer.
  6. Educação e cultura: caminho para a ascensão social.  Estudar funciona como um plano de previdência familiar pois melhora a qualidade de vida de todos.
  7. Juventude geração C: esse é o nosso futuro. Seremos um Brasil com a cara dos jovens da atual classe C. Esse jovem tem voz ativa dentro da família. 68% deles estudou mais que os pais e são super pé-no-chão. Não acreditam em horóscopo, alma gêmea, ET de Varginha. Não tem tempo para pensar nessas “bobagens”.
  8. Identidade e autoestima: valoriza a conquista e enaltece a origem. Aqui vale a pena prestar atenção na regionalidade, na comunidade e na igreja.
  9. Vaidade e beleza: estar bem arrumada é uma forma de diminuir as barreiras étnicas e sociais. As mulheres gastam em média 50 reais por mês no salão. 89% afirmam que os cuidados pessoais a fazem se sentir melhores. (ver reportagem abaixo)
  10. Novos papéis e nova família: a relação homem e mulher ganha maiores contornos nesta faixa de renda. 30% das familias da classe C são chefiadas por mulheres. A tão desejada igualdade de direitos chega primeiro aqui.

Para refletir e me ajudar a responder.

11 nov

A Price (Price White House) divulgou um relatório no festival de Cannes desse ano que confirmou mais uma vez aquelas velhas profecias que a Internet será o futuro da comunicação. Isso mesmo, mais um daqueles relatórios que nos deixam com a sensação que a Internet vai engolir o planeta.

Em total controvérsia o diretor mundial de marketing da Unilever, Simon Clift, no mesmo festival de Cannes, divulgou que em 2012, daqui dois anos do calendário romano (20 anos no da Internet), a Unilever aumentará de 4% para 12% seus investimentos digitais.

Pense comigo: Simon é um profissional que administra uma verba mundial de três bilhões de dólares, maior que o PIB de muito país por aí. E aí vem a pergunta: Por que daqui a 20 anos “Internáuticos” (2 anos na Terra), a verba digital da Unilever aumentará somente para 12%? Por que ela não vai para 80% ou 50%? Quareeeeenta que fosse? Mas não, serão apenas 12%. Os outros 82% colocamos no que funciona.

Qual o valor, utilização, pertinências da conversão dos meios? Me ajude a responder e pensar sobre isso.

Segue abaixo um bom exemplo.

Stachon

Cliente pobre que triplicou os resultados.

6 nov

Náo precisa falar nada. Idéia=resultado.

BOM BOM BOM…muito bom.

3 nov

Escada na estação do metrô, transformada em piano:

A ação, feita em conjunto pela agência de publicidade DDB e pela Volkswagen, foi implantada em um metrô de Estocolmo, na Suécia. Imagine que você está descendo as escadas do metrô, como faz habitualmente todos os dias, e começa a ouvir sons de piano, tocados em ritmo que vai de acordo com os seu passos. Essa foi a proposta da agência de publicidade DDB em uma parceria com a Volkswagen.

As duas empresas se reuniram para criar um experimento chamado, Fun Theory (algo como “teoria divertida”, em inglês), uma tentativa bem ambiciosa de tentar mudar os hábitos sedentários dos moradores da capital da Suécia, Estocolmo.

Para isso, transformaram as escadas de uma estação de metrô em um piano, o que aumentou surpreendentemente o uso das escadas em 66%. O resultado você confere no vídeo.

BOM BOM BOM Muiiito BOM!

Stachon